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O BRIQUE PRECISA DE APOIO

Sobre a situação da falta de fiscalização no MEU BRIQUE, tenho comigo que temos que ter uma atuação conjunta dos vários atores envolvidos neste processo: Prefeitura, através de seus órgãos de vigilância e fiscalização, Câmara de Vereadores, Brigada Militar, Guarda Civil, EPTC, Briqueiros, frequentadores e a sociedade em geral.

Devemos cada vez mais preservar o BRIQUE DA REDENÇÃO, em suas funções tradicionais, pois o que acontece hoje é que, pelas mais diferentes razões, se instalam no BRIQUE, sem que haja uma atuação de fiscalização mais efetiva, inúmeras atividades que concorrem com aqueles BRIQUEIROS que se encontram regularizados.

Eu pessoalmente, buscarei, novamente, conversar com a Diretoria de Comércio e Indústria, sucessora da SMIC, e se necessário for também com o secretário de Desenvolvimento para, em conjunto, estudarmos uma forma, não diria de repressão, mas de fiscalização objetiva quanto à oferta de um cem número de produtos que não fazem parte do artesanato e muito menos são antiguidades. São produtos de sobra industrial, ou de uma importação da Ásia, que aqui são colocados à venda por valores, muitas vezes, entusiasmadores, diante do preço de uma jaqueta do Grêmio, do Internacional, por um preço mais convidativo, mas com o risco de a pessoa estar comprando “nabos em saco”, ou seja, comprar alguma coisa que não é, efetivamente, aquilo que lhe está sendo vendido.

Eu não gostaria, de fazer uma reclamação, mas fazer uma afirmação de que estou assumindo esse compromisso com os expositores não para reclamar do governo, mas dizer ao governo que é preciso que se tome uma atitude positiva. Se isso é entendido como reclamação ou não, é outro problema. O que eu estou dizendo é que estou assumindo essa postura correta sob todos os aspectos, clara e transparente. Sem dúvida nenhuma, vou chegar ao supervisor da área, a quem eu devo me dirigir pessoalmente, e, claramente, vou expor a gravidade do problema, vou ouvir as suas dificuldades e vou procurar, com ele, estipular meios, formas adequadas para, dentro da realidade dos serviços municipais, enfrentarmos essa situação que não pode continuar degradando esse símbolo cultural da cidade que eu tenho um grande orgulho de ter sido o seu instituidor, que é o MEU BRIQUE DA REDENÇÃO.

E repito: faço aqui esta manifestação, não é uma reclamação pura e simples, é um compromisso que assumi com os briqueiros de pugnar pela resolução de um problema que já vem se arrastando a muitos anos.

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