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VELHAS E BOAS LEMBRANÇAS

Vários amigos e conhecidos pedem que eu escreva minhas memórias. E são muitas.

Afinal nasci em 1939. E este ano teve muitas datas marcantes.

No Brasil e no Mundo.

Tais como o início da Segunda Grande Guerra Mundial, a criação do Departamento de Imprensa e Propaganda, pelo governo Vargas, a subida ao poder de Francisco Franco na Espanha, a primeira aparição do Batman nos quadrinhos, o primeiro poço de petróleo no país foi descoberto no estado da Bahia neste ano, a primeira demostração de televisão foi realizada no Rio de Janeiro, e no cinema a produção de clássicos que marcaram época e vidas, como “O Mágico de Oz”, “ No Tempo das Diligências” e o mais emblemático de todos “…E o vento levou”.

Mas, e não tenho vergonha de dizer, procrastino passar para o papel minhas memórias. Mas hoje vou fazer uma concessão.

 

Vou falar do meu encontro anual com os amigos do Dom João Becker, da minha turma, que novamente reuniram-se para confraternizar, no Restaurante Banchetti Grill, na Rua Cristóvão Colombo.

Em março de 1954, de mala e cuia aportei em PoA. Vinha da minha Quaraí, querência querida e havia em 1953, estagiado entre Santa Maria e Uruguaiana onde fiz PIT STOP até chegar no Porto Dos Casais. É marco inicial da minha vida o Dom João Becker, que nasceu ginásio estadual noturno funcionando no Grupo Escolar Gonçalves Dias, onde estudei por cerca de seis anos, quatro dos quais na direção do Grêmio Estudantil da escola. Lá fiz grande amigos que procuro, pelo menos uma vez por ano encontrar. Lembro ainda hoje das “Quermesses do Becker”, suas festas e porque não, os jogos esportivos internos ou externos do qual eramos, de uma forma ou de outra, protagonistas.

Neste encontro é bom acentuar que falamos, e muito do nosso presente. E relembramos o nosso passado no “velho Dom João Becker”.

Somente o “Velho Becker” já seria uma história, dentro da história.

 

Em novembro de 1959 , o Ginásio Estadual Noturno foi transformado em Colégio Estadual; os cursos Clássico e Científico passaram a funcionar em maio do ano seguinte, em pavilhões feitos de madeira anexos ao Grupo Escolar Gonçalves Dias e construídos pela Comissão Estadual de Prédios Escolares, cujo diretor era o arquiteto João Alberto Shaan, professor da cadeira de desenho do educandário. Esses espaços possibilitaram o funcionamento dos cursos matutino e vespertino, tendo recebido contribuição financeira do Lyons Clube. Desse modo, o número de estudantes do Colégio Dom João Becker foi elevado para 1.700.

E fico por aqui. Pois ano que vem tem mais um encontro dos Beckerianos, e quem sabe, mais um pedacinho de minhas memórias.

 

 

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